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Crónicas de uma Vida Pouco Privada

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Disto de Ser Mãe #8

Disto de Ser Mãe passou a rubrica, tenho sempre muita coisa para dizer acerca do assunto...lol

 

Adoro ser mãe, sempre foi sem dúvida um desejo. Julgo que a minha relação com a minha irmã é um pouco estranha (para não dizer outra coisa), exactamente por sempre ter assumido um papel demasiado maternal com ela.

Quando era mais nova achava que queria ser mãe aos 25. Quando os 25 chegaram, estava longe de querer engravidar ou mesmo estar preparada para isso. O tempo passou e chegámos a uma altura em que eu só pensava no assunto. Quando finalmente achámos que a altura tinha chegado eu estava nos 30. O Gabriel nasceu e uma semana depois fiz 31 anos. Não sei se foi tarde, se foi cedo, nem quero realmente saber. O que interessa é que adoro ser mãe. 

Mas... sim há sempre um mas, quando olho à volta tenho sérias dúvidas onde me situar nesta coisa da educação, maternidade, parentalidade, etc. 

Cada vez há mais informação disponível e cada vez há mais gente a seguir movimentos educativos diferentes e muitas vezes quando olho para a nossa família questiono se estamos ou não a ser bons pais (e sim eu sei que esta dúvida nos vais assombrar por muito mais tempo do que aquele que gostamos de admitir).

 

Hoje o tema são ser mãe ou pai sozinho (durante as férias).

 

Este verão mais uma vez deparei-me com o problema das férias dos miúdos, recorri aos meus pais como felizmente tenho feito desde que o Gabriel nasceu e eles passaram quase um mês com os avós na praia. Também recorri a visitas desta altura do ano, como os padrinhos do Gabriel e os tios e primos dos miúdos que ficaram com ele antes da avó entrar de férias em Agosto e mesmo durante, quando os avós estavam ocupados. Não é a solução ideal, mas até gosto do resultado. A facilidade com que o Gabriel passa tempo com outros familiares e amigos deixa-me muito feliz, sei que estou a criar um miúdo independente e espero conseguir fazer o mesmo com o Miguel.

E aqui é que surge a questão do tema de hoje. Cuidar de dois miúdos durante as férias de verão.

Num dos dias em conversa com uma familiar, fui informada de que ela não conseguia ir para a praia com os dois, sozinha, teria de levar sempre alguém com ela, por isso enquanto não teve companhia, esteve em casa. Fiquei de boca aberta, mas depois de fazer uma retrospectiva, lembrei-me de mais alguns casos que conheço (mas com quem não privo) que fazem o mesmo, não sei se por medo, se por comodismo. 

Não querendo aqui julgar ninguém, gostava de lembrar todas as mães e pais também, que nós (pai ou mãe) conseguimos cuidar de uma, duas ou mais crianças sozinha(o)s. Não é simples, dá trabalho, mas nunca deixem de sair à rua, de ir à praia ou a um parque, porque acham que não conseguem cuidar de dois miúdos. É tudo uma questão de regras e paciência. 

Na altura comentei com a minha familiar, que ia sozinha com os meus para a praia, mas a resposta foi, eu tenho medo que eles fujam...

Conheço muitas mães que se desenrascam tão bem ou melhor que eu, só temos de ser práticas e como já disse, regras e muita paciência, e é claro que é muito mais fácil e até agradável levar companhia, mas é bom lembrar que nós somos capazes sozinha(o)s. 

Uma das coisas que aprendi com a maternidade é que somos capaz de muito mais do que aquilo que pensamos.

Disto de Ser Mãe #7

Disto de Ser Mãe passou a rubrica, tenho sempre muita coisa para dizer acerca do assunto...lol

 

Adoro ser mãe, sempre foi sem dúvida um desejo. Julgo que a minha relação com a minha irmã é um pouco estranha (para não dizer outra coisa), exactamente por sempre ter assumido um papel demasiado maternal com ela.

Quando era mais nova achava que queria ser mãe aos 25. Quando os 25 chegaram, estava longe de querer engravidar ou mesmo estar preparada para isso. O tempo passou e chegámos a uma altura em que eu só pensava no assunto. Quando finalmente achámos que a altura tinha chegado eu estava nos 30. O Mini nasceu e uma semana depois fiz 31 anos. Não sei se foi tarde, se foi cedo, nem quero realmente saber. O que interessa é que adoro ser mãe. 

Mas... sim há sempre um mas, quando olho à volta tenho sérias dúvidas onde me situar nesta coisa da educação, maternidade, parentalidade, etc. 

Cada vez há mais informação disponível e cada vez há mais gente a seguir movimentos educativos diferentes e muitas vezes quando olho para a nossa família questiono se estamos ou não a ser bons pais (e sim eu sei que esta dúvida nos vais assombrar por muito mais tempo do que aquele que gostamos de admitir).

 

Hoje o tema são as "fases" e os nossos dramas.

 

Ter dois filhos dá-me alguma vantagem nesta situação. Mas desde que o Mini nasceu que comecei a perceber que nos bebés e crianças as coisas mudam relativamente rápido, e muitas vezes aquilo que parece um drama sem solução nos primeiros dias acaba por se resolver, por si mesmo, algum tempo depois. 

Há "fases" mais chatas que outras, há coisas com que lidamos mais facilmente que outras, mas hoje sei que olho para o Micro com muito mais calma e muito menos stress do que olhei para o Mini. Basta referir que o Micro não engordou uma grama entre os três e os quatro meses de idade, aliás até acho que numa das semanas perdeu peso e eu encarei aquilo com muita descontracção, o miúdo mamava, não queria o suplemento, eu não estava a criar um porco para a engorda e já sabia, de outras voltas, que enquanto ele estivesse reactivo bem disposto e sem doenças visíveis estaria bem, por isso quando o enfermeiro me perguntou porque estava tão descontraída com a situação lhe respondi calmamente. "Parece-lhe uma criança com fome?" E ele riu-se e disse que não e assim ficámos até o miúdo decidir que afinal já queria o suplemento e começou a ganhar peso.

Os miúdos passam por inúmeras fases estranhas, que passam por coisas tão variadas como não querer biberon para depois adorar biberon, não comer legumes, não comer carne, não comer peixe, não comer fruta, comer tudo e mais alguma coisa, não comer nada, só fazer o número dois na fralda quando já fazem o número um há séculos na sanita, não precisar de fralda e voltar a precisar, fazer birras porque o pai ou a mãe vai embora, timidez extrema, falar pelos cotovelos, entre tantas outras pequenas coisas que verificamos diariamente. 

O Micro durante o inverno recusou-se a comer qualquer tipo de fruta, a única fruta que acabava por consumir era nos sumos que eu fazia para bebermos, no entanto, de algum tempo para cá começou a comer banana e também já come alguma melancia. 

Provavelmente se tivesse sido o Mini a passar por isto teria tentado tudo e mais alguma coisa, para o fazer comer fruta, mas hoje sei que o Micro eventualmente vai acabar por começar a comer fruta, nem que seja porque lhe digo que não sai da mesa enquanto não o fizer. Se é chato? É! É chato saberes que ele não aprecia fruta, algo que é muito importante para uma alimentação equilibrada, mas sei que no futuro a fruta vai acabar por entrar na rotina dele, assim como tantas outras coisas entraram.  

Conheço muitas mães, umas mais descontraídas que eu e umas menos descontraídas que eu, sei que me ajuda o facto do pai ser assim mais relax, mas sem dúvida que não ganhamos nada em dramatizar com as pequenas crises que os miúdos geram à sua volta, faz tudo parte do crescimento e evolução deles.

Coisas #32

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1 Coisa: O Mini já entrou naquela fase que está farto da escola, todos os anos por volta do final de Junho e do inicio de Julho começa a perguntar-me quase todos os dias se tem escola. É o sinal que está a precisar de férias, vamos ver se aguenta o mês todo!

 

2 Coisas: Tenho um problema com o Verão: Pessoas de chinelos com os calcanhares lastimáveis! Sim eu sei que não tenho nada a ver com isso, mas faz-me confusão ver aqueles calcanhares desidratados que não vêm creme há mais de dois anos. Ás vezes tenho vontade de sacar do meu creme da mala e oferecer à pessoa em questão, mas acho que corro o risco de levar uma chapada por isso sempre controlei este impulso. Mas incomoda-me! Pronto, já disse!

 

3 Coisas: Tenho vizinhos novos, todas as noites, três gatinhos vêm brincar para cima das canas que fazem sombra ao patio. Tem sido uma animação. E eu nem gosto de gatos :P

 

4 Coisas: Pessoas, lembrem-se que apitar nas filas não acelera o descongestionamento das mesmas. Ontem só não saí do carro e mandei um bando de idiotas para o car... porque tinha os miúdos comigo, mas estive mesmo, quase, quase. Qual é o problema das pessoas? Chegámos a esta altura do ano e começa a loucura...

 

5 Coisas: Tenho de voltar ao Yoga urgentemente!

 

6 Coisas: O Micro já iniciou o desfralde e surpreendentemente em duas semanas ainda só trouxe roupa para lavar uma vez! Sempre achei que com ele ia ser a loucura!

 

Coisas #31

1 Coisa: Há pequenos pormenores que me fazem voltar ao mesmo café. Ter um jarro com água e copos, disponível para qualquer pessoa se servir, é uma delas. Eu bebo sempre água depois do café e muitas vezes, quando peço um copo de água sinto-me desconfortável com o olhar de desaprovação que me é oferecido. Eu sei que podia comprar uma garrafa, mas eu quero apenas dois goles de água... Por isso este tipo de detalhes deixa-me sempre agradada quando encontro um novo espaço.

 

2 Coisas: A lua estes dias tem estado assim uma coisa do outro mundo, enorme e quase laranja. Adoro!

 

3 Coisas: A máquina de lavar voltou, depois de um prato partido, muita loiça lavada à mão e um dedo cortado vou finalmente, despejar a loiça toda na máquina e sentar-me no sofá enquanto a bicha lava!

 

4 Coisas: Esta semana decidi tirar uns dias de férias, estou rebentadinha e precisava de fazer uma cura de sono, sem Micro de preferência.

 

5 Coisas: Uma coisa fixe dos aniversários dos putos é que eles ganham Legos, que depois eu faço com eles ao final do dia! Aquilo é um vicio do caraças!

 

6 Coisas: Estava em promoção, não resisti e comprei, para os putos e para mim claro! 

 

Cinco Anos de Mini

Há cinco anos atrás, depois de dois dias no hospital, fartinha de tudo e de todos, por volta da 01:25 da manhã, o Mini resolveu finalmente nascer. Feinho que dava dó!

Não, não me apaixonei perdidamente por ele no primeiro momento que o vi (nem nos seguintes!), e não foi por não ser bonito.

Não, não senti uma alegria imensa quando nasceu, senti mais alivio, cansaço e exaustão do que qualquer outra coisa! 

Não, não foi de todo o melhor momento da minha vida, e posso confessar que na primeira noite no hospital, só me apetecia chorar e fugir dali, foi dos momentos em que me senti mais sozinha e lutei muito, comigo mesma, para ultrapassar esta estranheza que tinha dentro de mim.

E sim, como é óbvio, tudo isso passou e sou uma mãe orgulhosa de um puto giro de cinco anos, cheio de energia, com um coração enorme, uma cabeça complexa e muita teimosia tatuada na pele.

O Mini ensinou-me a amar de forma diferente, ensinou-me que há um amor maior de que toda a gente fala, mas que nós, só sabemos o que é, quando sentimos e vivemos a experiência.

O Mini tira-me do sério em vinte segundos e acalma-me no minuto seguinte. A sua teimosia faz-me entrar em modo besta de uma forma incrível, mas os olhos doces e arrependidos que me encaram quando lhe mostro o meu descontentamento (muitas vezes de forma demasiado agressiva), trazem-me à realidade com um estalar de dedos.

O Mini ensinou-me a ser mãe, uma mãe boa, má, péssima, paciente, irritada, magnifica, dependendo dos dias. (Na verdade ele é a minha sala de ensaios, onde testo as várias opções para obter melhores resultados, mas nem sempre sou bem sucedida!)

O Mini ensinou-me que nem todos gostamos de beijos e abraços, mas isso não quer dizer que não amemos quem nos rodeia.

O Mini ensinou-me que por mais que as escalas e tabelas digam o que cada criança tem de fazer em cada faixa etária, cada um tem o seu ritmo e não há mal nenhum nisso.

Mas mais que tudo o Mini ensinou-me que ser mãe é magnífico, entre os altos e os baixos é tudo incrível; ensinou-me que o amor de irmão mais velho é algo adorável de testemunhar e acima de tudo ensinou-me que ser mãe é uma aventura sem dia para terminar, onde as lágrimas e os sorrisos ocorrem a velocidades ilegais, mas que nos deixa sempre de coração cheio.

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Parabéns meu amor!

 

 

Coisas #30

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1 Coisa: Gostava de saber porque é que os miúdos ultimamente acham que nós, transeuntes, temos de ouvir a mesma música que eles. Agora a moda é ouvir música pelo telemóvel sem auriculares. Clinicamente acho excelente, porque sem dúvida que é uma melhoria para a saúde dos ouvidos, mas para quem passa pela rua, é um bocadinho desagradável. E depois surge a questão que debatíamos no outro dia, entre amigos, onde acaba a nossa liberdade e começa a do vizinho. Eles estão no pleno direito a ouvir a musica que quiserem onde quiserem, mas eu não tenho de ir para o trabalho, na via publica, a ouvir um rapper qualquer a maldizer a vida! (Sim eu sei que perco muito tempo a pensar em coisas pouco importantes :P)

 

2 Coisas: Porque é que passamos tanto tempo a lutar por igualdade de direitos e depois somos os primeiros a discriminar.

O Mini fez durante muito tempo xixi sentado na sanita, o que era magnífico porque não tinha de andar atrás dele sempre a limpar tudo. Mas é claro que tinha de haver uma alma a estragar o meu magnífico arranjo e explicar muito "intelegentemente" ao miúdo que quem faz xixi sentado são as meninas, os meninos têm fazem xixi de pé. A pobre da criança agora luta para agarrar o órgão para não sujar o tampo todo porque eu já o avisei que se sujar limpa. Ah somos todos iguais, somos todos iguais, mas tu não podes fazer xixi sentado porque as meninas é que fazem... Por favor pessoas, decidam-se. É isso e é as camisolas cor de rosa serem só para meninas.

Mais uma vez, ensinamentos que a família tão bem estruturou e planeou totalmente destruídos pelos pares, sempre tão prontos a ajudar...  

 

3 Coisas: A minha máquina de lavar loiça avariou, e eu passei-me. É que eu gosto tanto, mas tanto de lavar loiça que nem escorredor de loiça tenho... Prevê-se uma semana de muita comida tipo "one pan dish" e talvez a utilização de pratos descartáveis!

 

4 Coisas: Estamos a renovar o jardim, porque a nossa relva não era muito apreciadora do verão, deve ser por ter sido comprada no norte do país, preferia o frio. Entretanto optámos por relva artificial. Acho que vai ficar giro e sem dúvida vai dar muito menos trabalho.

 

5 Coisas: Entre sexta passada e hoje já passei pelas quatro estações do ano. Em conversa com uma amiga, ela sugeriu que a mãe natureza podia estar a entrar na menopausa! (Sim ainda há gente mais avariada que eu por ai!)

 

Do Dia da Mãe

Entre risos e gargalhadas, choros e birras, muitas dúvidas e poucas certezas, muitos abraços e beijos doces, noites mal dormidas e manhãs apressadas, ser mãe foi a maior aventura que decidi viver e saboreio cada minuto, cada abraço, cada palavra, cada conquista, cada vitória, cada insegurança, orgulhosa e de coração cheio, tal como primeiro, a minha mãe fez comigo!

 

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Dois Anos de Micro

O tempo passa a correr e o piolho já fez dois anos.

Em 2015 chegou para nos mostrar que isto da maternidade não tem receita e que por mais livros que leiamos, movimentos que sigamos e concelhos que acatemos cada criança é diferente e cada fase em que cada criança entra nas nossas vidas também é diferente.

Eu sei que fui uma mãe diferente para o Mini e sei que cedo mais com o Micro. Quando era só um tínhamos mais tempo, mais disponibilidade e mais capacidade de resposta. 

A chegada do Micro obrigou-nos a priorizar as coisas e sem dúvida que o piolho é mais mimado que o irmão.

No entanto, também foi sempre um bebé mais mimoso, que gostava de estar no colo, ao contrário do irmão, que gostava de aconchego, ao contrário de irmão. Talvez por isso, hoje, nos dê abraços muito apertados por razão nenhuma.

O Micro ensinou-me a ser paciente, a ignorar birras, a oferecer leite sem aquecer, a receber abraços apertados, a aceitar que vou ter de continuar a levantar-me muitas vezes durante a noite e que apesar de os pais serem os dois morenos e normalmente resmungões, podem ter filhos loiros e sempre bem dispostos. 

Com dois anos, anda e corre com vontade, diz tudo, mesmo sem que nós entendamos uma boa parte, é guloso e quer provar tudo o que comemos, não gostava de fruta, mas bebe sumo.

É muito mais espertinho que o irmão e leva-nos todos onde ele quer sem grande esforço. Faz birras gigantes por coisa nenhuma, que começam tão rápido como acabam. Adora o irmão e diz que "gota" de todos lá em casa.

É demasiado decidido, dizendo que "na quei" quando não quer mais comida ou fazer determinada coisa que lhe pedem, pede desculpa com facilidade, mas ainda não empresta com vontade. 

Resolve tudo com abraços apertados e beijos babados e sempre que lhe pergunto o que está a fazer, especialmente se for asneira, responde prontamente "Não Mãe!". Mas apesar de tudo é muito menino da mamã e adora o colo da mãe e da avó.

É um puto lindo, sempre bem disposto, que passa a maior parte do tempo a rir, dançar e brincar sem se deixar afectar por grande coisa. 

O Micro ensinou-nos a todos que é muito fácil ser feliz!

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