Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Crónicas de uma Vida Pouco Privada

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Do Vestir Bem

No outro dia comentava com a minha colega de trabalho que gostava de ser como algumas pessoas que conheço e andar sempre impecavelmente vestida.

Ás vezes cruzo-me com certas pessoas na rua que andam sempre sem falhas, tudo nelas combina, assenta e acompanha as tendências.

Nunca fui fashion victim e sempre gostei de adaptar as tendências da moda ao meu próprio estilo, mas confesso que nem sempre me sinto "tcharan" com o que visto de manhã.

Hoje por exemplo podia entrar no liceu que ninguém ia suspeitar de que não era aluna. 

O meu trabalho também não ajuda, ou seja, não posso andar assim muito aperaltada, mas confesso que gostava de me aprumar mais e ter mais roupa aprumadinha.

Porque sim, também há a questão do guarda-roupa, e o meu tem um problema. Tenho sapatos e botas muito aprumadinhos para o inverno, mas já estou farta das camisolas e não encontro nada de jeito para comprar. Depois, tenho camisolas e blusas mais aprumadinhas para primavera/verão mas não tenho sapatos de jeito. 

Já para não falar na maquilhagem e adereços, que 99% das vezes se resume a bb cream e anéis.

São assim dilemas que me assistem e que gostava de melhorar, tipo Princesa Sofia 2.0.

 

Coisas #24

FotoJet Collage.jpg

 

1 Coisa: No sábado falei com a A e o R por Skipe. Foi giro, mas continuo com saudades e com vontade de pegar no D ao colo.

 

2 Coisas: É espantoso como o Mini têm evoluído nos últimos tempos. Hoje quis levar uma locomotiva a vapor que lhe ofereceram no Natal, para a escola. Disse-lhe que sim, mas que tinha de ficar na mochila porque os outros meninos provavelmente iam estragá-la e ele concordou, mas quando chegámos a educadora estava a dizer que os meninos podiam comunicar o que quisessem e ele vira-se para mim muito entusiasmado: "Mãe a Isabel está a dizer para comunicar, vou comunicar sobre a minha locomotiva, porque é a vapor!" E desapareceu pela sala adentro. 

Há dois meses só me largava depois de trinta abraços e beijos e ficava à entrada por uns 10 minutos.

 

3 Coisas: O Micro passa o dia a dançar, dança com a música do rádio, com música ambiente nos vários locais onde vai, com música da publicidade na televisão. Passa o tempo a abanar a anca e de braço no ar. Adoro!

 

4 Coisas: Hoje está um dia de sol magnífico finalmente.

 

5 Coisas: Há uns dias em conversa com alguém, apercebi-me de que não usava anéis, fios e afins desde o final do verão do ano passado. Por mais que mantenha a cabeça erguida e tente levar tudo na boa, há pequenos detalhes que ficam para trás, e eu tenho fica para trás, não vou ao ginásio desde novembro e ao Yoga também. Quero voltar mas acho que ainda não me sinto totalmente pronta, mas estou quase. Hoje já usei anéis ;) Baby Steps!

 

Da Escrita

Não me lembro bem como começou, mas um dia descobri que havia uma coisa muito interessante que se tornou mais um dos meus vícios, chamava-se FanFiction e fez-me aprender a ler online.

Encontrei histórias de FanFiction por acaso no Tumblr porque, andava assim para o viciada numa série policial e fiquei maravilhada quando descobri que havia pessoal que escrevia pequenas histórias sobre a série.

Segundo a Wikipédia, FanFiction é textualmente ficção de fã, uma narrativa ficional, escrita e divulgada por fãs em blogs, sites e em outras plataformas pertencentes ao ciberespaço, que parte da apropriação de personagens e enredos provenientes de produtos mediáticos como filmes, séries, comic, videogames, etc, sem que haja a intenção de ferir os direitos de autor e a obtenção de lucros. Portanto, tem como finalidade a construção de um universo paralelo ao original e também a ampliação do contacto dos fãs com as obras que apreciam para limites mais extensos. 

Ora este mundo é gigante e faz-nos mergulhar em estórias incríveis de autores anónimos que nos mostram novas abordagens a personagens que já conhecemos. 

Rapidamente fiquei fã de uns quantos autores e comecei a ter material para ler regularmente.

Um dia assim meio sem querer fui arrastada para este mundo e passei a escrever também FanFic. 

Um grupo de seis pessoas de países espalhados pelo mundo convidou-me a fazer parte da equipa e assim sete mulheres, da Suiça, Canadá, USA, Uruguai, Noruega, Grécia e Portugal, com diferentes idades, vidas, profissões, realidades e fusos horários escreveram um estória de FanFiction que encantou muita gente.

Esta semana a estória chegou ao fim, depois de dezoito capítulos e podem lê-la toda aqui, se quiserem ler. Espero que gostem! 

 

 

Esqueci-me de dizer, que REMEDY está escrita em inglês e baseia-se na série da NBC Chicago PD e no casal Erin Lindsay (Sophia Bush) e Jay Halstead (Jesse Lee Soffer).

E entretanto já escrevi mais sozinha sobre eles e sobre outros e confesso que isto se tornou uma fuga bastante interessante para mim.

 

Do "America First"

Ontem à noite quase que acordei os miúdos com as minhas gargalhadas graças ao "America First, Portugal Second" do "Cinco para a Meia Noite".

O Srº Trump enerva-me e confesso que até me assusta um pouco, mas também me faz rir muitas vezes de tão ridículo que se apresenta.

Na verdade os nossos telejornais neste momento dão-lhe cerca de 10 minutos de tempo de antena diariamente, tal é o rol de barbaridades que o homem faz por dia. 

Temo pelos Estados Unidos da América e principalmente temo pelo mundo, porque acredito que os seus actos tenham consequência para todos nós, mas confesso que o homem é sem dúvida bom produto para os comediantes e ontem no "Cinco" tivemos a apresentação do movimento "Comedyagainsttrumpism" que nos trás de toda a Europa mensagens muito inteligentes para o Srº Trump.

Esta foi a nossa e adorei, sem dúvida, está excelente.

Do Vício nas Novas Tecnologias

Ultimamente o Mini assim que chega a casa pede o meu tablet para jogar um jogo de dragões que ele adora (e eu também gosto vá), entretanto assim que o pai chega e porque normalmente já fez tudo o que tinha a fazer no jogo dos dragões, pede o telemóvel do pai para jogar um jogo de skates que também adora. Só o deixamos ter um jogo em cada aparelho e quando quer outro jogo tem de desinstalar aquele que costuma jogar, no entanto comecei a achar que o vício estava a tornar-se demasiado evidente, e quando não o deixamos jogar pede para ver um filme, mais um vício. 

Como medida preventiva achei que devia de implementar algum tipo de regra para que pudesse jogar. Assim escolhemos uns quantos livros de actividades e desde o inicio da semana, quando chega a casa só pode jogar se primeiro fizer algumas actividades dos livros que escolheu (escolheu um para cada dia). Confesso que está a correr bem, vamos ver até quando, mas também aproveitei para criar a rotina de ter a responsabilidade pós escola, já que por mais que não concorde com os trabalhos de casa eles vão existir e é melhor que assim sem se aperceber se vá habituando a este tipo de actividade.

Na verdade eu não o posso censurar, lá em casa somos todos um pouco viciados em novas tecnologias, tanto eu como o pai, usamos muito o computador, tablet e internet.

Eu vejo séries a toda a hora e falo com montes de gente online, tenho grupos de amigas com quem mantenho contacto pelo menos semanal pelo WhatsApp, falo pelo KIK com estrangeiros com quem escrevo uma história online, tenho o blog, até no Facebook tenho grupos com quem falo regularmente. É mau? Talvez, mas temos todos de admitir que nos mantêm mais próximos, não conseguiria acompanhar o crescimento dos filhos dos meus amigos sem este tipo de contacto. 

Na realidade acabo por me sentir mais próxima destas pessoas, porque partilho com elas pequenos momentos que não conseguiria fazer sem estas plataformas. Muitas vezes este tipo de relação também nos ajuda nas relações diárias, falamos com aquele amigo que está mais longe mas sabe bem como nos alegrar ou desabafamos com aquela pessoa que até só conhecemos online por isso não temos vergonha de reconhecer certas coisas, recebemos um comentário no blog que nos faz acreditar que o que escrevemos vale a pena, recebemos uma foto do bebé da nossa amiga que nos faz sorrir. Tudo isto é real apesar de ser online.

Acabo por ser mais expressiva nos meus sentimentos online também. É muito mais fácil para mim dizer que adoro e que gosto muito com emojis do que cara a cara. Quando estou com alguém acho que falo mais com abraços e sorrisos e olhares do que com palavras, no entanto é mais fácil para mim dizer que não gosto ou que não concordo cara a cara do que online. Sim eu sei que sou uma pessoa estranha.

Isto tudo para dizer que não me espanta o vício do Mini no tablet e no smartphone já que eu também sofro do mesmo. No entanto não acho que seja uma coisa má. Tenho me apercebido que estou mais online durante a semana e ao fim de semana desligo um pouco, aliás muitas vezes desligo de todo. Porquê? Porque tenho os meus ao pé de mim, e eles precisam de toda a minha atenção.

Desta forma apesar de reconhecer o meu vício, acho que para já tenho a coisa controlada e por isso tentei controlar a situação relativamente ao Mini também. Vamos ver como corre!

FotoJet Collage.jpg

 

 

Pág. 2/2