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Crónicas de uma Vida Pouco Privada

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Disto de Ser Mãe #9

Disto de Ser Mãe passou a rubrica, tenho sempre muita coisa para dizer acerca do assunto...lol

 

Adoro ser mãe, sempre foi sem dúvida um desejo. Julgo que a minha relação com a minha irmã é um pouco estranha (para não dizer outra coisa), exactamente por sempre ter assumido um papel demasiado maternal com ela.

Quando era mais nova achava que queria ser mãe aos 25. Quando os 25 chegaram, estava longe de querer engravidar ou mesmo estar preparada para isso. O tempo passou e chegámos a uma altura em que eu só pensava no assunto. Quando finalmente achámos que a altura tinha chegado eu estava nos 30. O Mini nasceu e uma semana depois fiz 31 anos. Não sei se foi tarde, se foi cedo, nem quero realmente saber. O que interessa é que adoro ser mãe. 

Mas... sim há sempre um mas, quando olho à volta tenho sérias dúvidas onde me situar nesta coisa da educação, maternidade, parentalidade, etc. 

Cada vez há mais informação disponível e cada vez há mais gente a seguir movimentos educativos diferentes e muitas vezes quando olho para a nossa família questiono se estamos ou não a ser bons pais (e sim eu sei que esta dúvida nos vais assombrar por muito mais tempo do que aquele que gostamos de admitir).


Hoje o tema é o excesso de presentes na época do Natal.

 

Este Natal foi passado a norte, em casa dos pais do homem, com os tios e os primos de lá. É sempre uma animação, mas uma dor de cabeça para mim, porque há sempre a situação dos presentes para gerir.

Este ano como já percebem bem os dois, decidimos que podiam escolher três presentes cada um, para levar para cima e abrir em casa dos avós. Como ainda acreditam no Pai Natal, a história que contámos para justificar o aparecimento de tantos presentes com o nome deles ali por casa é que só à meia noite quando o Pai Natal passa lá por casa é que faz magia e enche os embrulhos com as coisas que eles pediram. Normalmente dizemos de quem vêm o presente, informando que foi por exemplo que "A tia pediu ao Pai Natal para trazer aquele presente", para tentar mostrar de onde vêm as coisas e a quem devem agradecer.

Mas mais uma vez, acabei a época com a sensação de que é tudo de mais, são demasiados presentes, demasiados brinquedos, demasiadas futilidades. Eu também o faço, também compro livros ou brinquedos para todas as crianças da minha lista. São mais de 20 crianças e não é simples, mas faço-o porque gosto e quero, não por obrigação, no entanto às vezes acho que devíamos resfriar um pouco este excesso de brinquedos que despejamos no colo dos miúdos.

Antes do Natal, juntei os dois e escolhemos brinquedos que já não queriam, para entregar aos meninos que não têm ou a amiguinhos mais pequeninos, e eles fizeram-nos de boa vontade, sem questionar, mas mesmo assim, tenho o quarto cheio de coisas.

Sou muito apologista das experiências, e graças ao Tio N e à Tia I, este Natal foram ao Sea Life no Porto e depois no regresso, nós decidimos oferecer-lhes uma visita à exposição dos Dinossauros Alive, que está na Cordoaria Nacional.

Para mim este tipo de presentes faz muito mais sentido, mas também não temos assim tantas experiências para oferecer, além de que não tenho orçamento para oferecer aos mais de vinte da minha lista, uma experiência. No entanto aos meus, sempre que puder, prefiro oferecer experiências do que bens.

Assusta-me o desprezo com que certos miúdos contam e comparam o número de presentes ou a forma como recebem um presente, sem agradecer, como se fosse uma obrigação nossa dar-lhe algo. Que valores vão ter estes miúdos quando crescerem?

Como é que chegámos aqui e como é que eu não deixo os meus serem exactamente como o primo de Harry Potter que se zangou com o pai porque recebeu 36 presentes no aniversário, menos um do que no ano passado?

 



Não é simples ensinar o valor das coisas numa sociedade de consumo como a nossa e também não os quero privar das vantagens de viver na sociedade actual, mas a minha luta interna é grande... muito grande.

Coisas #35

FotoJet Collage.jpg

 

 

1 Coisa: Não quero agoirar mas o Micro já não acorda a meio da noite há mais de uma semana.

 

2 Coisas: Há um novo movimento que desconhecia completamente, associado ao Placard (Jogos Santacasa). As velhotas aqui da zona, passaram a saber que equipas jogam a cada semana, quando e a que horas. Fiquei chocada lol

 

3 Coisas: Não fiz resoluções de ano novo significativas mas, confesso que fiz alguma retrospecção e resolvi reorganizar um pouco a minha vida, andava mesmo muito desleixada.

 

4 Coisas: A única resolução assim mais concreta que determinei foi ir mais ao cinema.

 

5 Coisas: Ainda associada a retrospecção que fiz no inicio do ano, constatei que preciso urgentemente de despachar um percentagem da roupa que tenho a encher o roupeiro.

 

6 Coisas: A minha necessidade de doces nesta altura do ano é assustadora.

Desafio das 52 Semana - S1 (Coisas que me fazem ficar feliz)

Coisas que me fazem ficar feliz:

 

* O pôr do sol na praia;

* As gargalhadas dos meus miúdos;

* O sorriso de estranhos na rua;

* Sessões de cinema em dias de chuva passados no sofá com a lareira acesa;

* Jantares com amigos;

* Ter a casa cheia;

* Ver joaninhas ou borboletas;

* Acabar um livro;

* Lagartar ou "fazer fotossíntese" como lhe quiserem chamar;

* Viajar;

* Ser testemunha da cumplicidade dos meus dois filhos;

...

 

Podia continuar aqui até amanhã, mas acho que já está aqui um boa lista.

 

Da minha Ausência e do meu Regresso

Antes de mais 2018 you´re welcome 😏

 

 

Da minha Ausência

Nos últimos tempos desapareci, não vos consigo dizer em concreto razões, mas sei que durante um tempo a minha vontade de actualizar o blog não era muita. 

O mundo da internet é muito tóxico e nos últimos tempos, constatei que andava desiludida com o mundo, no geral, e com a forma como as pessoas se maltratam umas às outras, em particular.

Assistir ao linchamento público e à falta de educação sempre me repudiou. O Facebook neste momento quase que me assusta, tenho receio de publicar algo que seja mal interpretado e acima de tudo não tenho vontade de me expor a esse mundo.

Por tudo isto e por provavelmente a minha vida familiar estar tão instável, em termos de saúde, a inspiração e a vontade de partilhar momentos digitalmente esteve mais ausente.

No final do ano fiz uma retrospectiva sobre isso tudo, pensei muito (eu penso de mais) e achei que não fazia sentido estar assim ausente. Eu criei o blog porque gosto de escrever e gosto deste mundo virtual, apesar de muita gente tentar destruir as coisas boas que se encontram por aqui.

 

Do meu Regresso

Com o inicio de 2018, tenciono retomar a minha assiduidade aqui no blog, onde tenciono retomar as minhas rubricas e escrever tudo aquilo que me apetecer como sempre fiz. Se continuo a ser mais voyeur que utilizadora do Facebook? Sim, prefiro não me expor. Utilizo mais o Instagram (menos tóxico) e prefiro acompanhar notícias no Twitter que no Facebook (a proliferação de fake new no Facebook é assustadora). Mas regressei 😉

E para começar em grande, decidi aderir a um desafio da Gorduchita.

 

Desafio das 52 Semanas (e não, não é poupança):

Durante 52 semanas, irei responder às seguintes questões (cada semana uma resposta):

 

Semana 1: Coisas que me fazem ficar feliz.

Semana 2: Eu nunca...

Semana 3: Coisas para se fazer no calor.

Semana 4: As minhas citações preferidas são: (trechos de livros, de músicas, frases de autores, etc).

Semana 5: Fazem parte da minha wishlist.

Semana 6: Os super poderes que eu gostaria de ter se fosse um super herói seriam…

Semana 7: Eu sempre…

Semana 8: Os melhores filmes infantis que já assisti foram...

Semana 9: Pessoas que eu gostaria de conhecer/ter conhecido.

Semana 10: As minhas comidas favoritas são...

Semana 11: Os meus brinquedos favoritos na infância eram...

Semana 12: Coisas para se fazer no frio.

Semana 13: Fico envergonhada quando…

Semana 14: Os meus sites favoritos na internet.

Semana 15: O que há de pior no mundo virtual?

Semana 16: Isso, para mim, não é diversão.

Semana 17: Personagens cuja vida eu gostaria de viver por um dia: (filmes, livros, séries, etc).

Semana 18: Sinto saudades…

Semana 19: As minhas séries preferidas.

Semana 20: Fico de mau humor quando…

Semana 21: Os meus piores defeitos.

Semana 22: No meu frigorífico tem de haver...

Semana 23: Coisas que me incomodam no mundo contemporâneo.

Semana 24: Casais preferidos (filmes, séries, livros, etc).

Semana 25: Tenho pavor de…

Semana 26: Se eu pudesse mudar de profissão, eu seria…

Semana 27: Coisas divertidas para se fazer nas férias.

Semana 28: As minhas maiores “neuras” e manias são...

Semana 29: Filmes que me falam ao coração.

Semana 30: Fico impaciente com pessoas que…

Semana 31: Quando não tenho nada para fazer, gosto de…

Semana 32: Ainda quero aprender...

Semana 33: Tenho medo de…

Semana 34: Livros que eu acho que toda a gente deveria ler.

Semana 35: As minhas piores compras foram...

Semana 36: Morro de preguiça de…

Semana 37: O que, de melhor, o mundo virtual te trouxe/traz?

Semana 38: Desculpa, mas eu acho reles...

Semana 39: As minhas melhores qualidades.

Semana 40: Os meus "cheiros" preferidos são...

Semana 41: As coisas mais difíceis num relacionamento amoroso são...

Semana 42: Queres acertar no meu presente? Então dá-me…

Semana 43: Músicas que eu não me canso de ouvir.

Semana 44: Os meus vilões preferidos são...

Semana 45: Lembra-me a minha adolescência.

Semana 46: Parece que todos sabem _______________, menos eu.

Semana 47: Quando eu estou apaixonada…

Semana 48: Nunca tive coragem de…

Semana 49: Lugares no mundo que eu gostaria de conhecer.

Semana 50: Pessoas que eu admiro.

Semana 51: Coisas que me marcaram neste ano.

Semana 52: No ano que vem eu quero. 

 

São todos bem vindos ao desafio e à leitura da minha lista.

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