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Crónicas de uma Vida Pouco Privada

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Da Palavra do Ano

A palavra do ano 2018 foi "enfermeiro", seguida de perto por "professor".

São duas profissões, que honestamente não seria capaz de exercer, a primeira, porque sangue e feridas é uma coisa que me perturba, ao ponto de ficar mal disposta, além de que, não sou muito empática com gente arrogante ou mal educada, logo teria dificuldade em lidar com boa parte dos doentes.

A segunda porque seria presa por agressão a menor com quase toda a certeza, ao fim de um tempo a dar aulas.

Respeito muito ambas as profissões, como respeito todas as profissões, já que nós não somos nem mais nem menos que outro qualquer profissional, aquando do exercer das nossas funções.

Mas não foi para falar de profissões que me lembrei de escrever este post. 

Na verdade o post é sobre a palavra do ano, e não percebo como é que uma das opções não foi "egoísmo".

É que 2018 foi sem dúvida o ano em que a palavra "egoísmo" mais me veio à cabeça, sempre que via notícias, fazia scroll nas redes sociais, ou convivia com uma boa parte da população. 

Não me lembro de haver um ano em que o "egoísmo" do mundo fosse tão evidente, mas assumo que não fosse listada para palavra do ano, por uma razão muito simples, não foi verbalizada. 

O "egoísmo" é mesmo assim, todos o vemos, mas raramente falamos nele.