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Crónicas de uma Vida Pouco Privada

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Espaço dedicado à vida pouco privada de uma família de quatro, mãe, pai, mini e micro, gerido pela mãe que tenta não se esquecer de ser mulher e companheira quase todos os dias...

Da Felicidade...

Uma das razões porque me afastei um pouco do Facebook foi exactamente a necessidade de explorar a desgraça e vitimização e a falsa felicidade, para não falar da incitação ao ódio que cada vez surge mais no universo online. 

Sempre que faço o scroll pelo feed, sim porque continuo a ir à plataforma porque a maioria dos eventos que acontecem estão lá e convenhamos que é uma excelente forma de estar em cima do acontecimento, vejo demasiados posts onde se explora a vitimização, a descredibilização de alguns classes profissionais, a desgraça alheia que na maioria das vezes nem é verdadeira, ou como somos todos muito injustiçados. Confesso que não acredito em 90% do que passo os olhos naquela plataforma, só partilho aquilo que acho que vale a pena partilhar o que em resumo é pouquíssimo, ultimamente acho que se partilhei três posts desde que o ano começou foi muito.

Hoje ao passar os olhos por uma das revistas digitais que ás vezes espreito de manhã enquanto tomo o pequeno almoço, li esta pequena peça, e revejo-me tanto no que o senhor diz. A felicidade são momentos, vivências, instantes... "Collect moments not things" reflecte cada vez mais a minha forma de viver o mundo. 

A peça também explora a forma como vivemos hoje e vai de encontro ao já tenho falado tanto aqui.

"Esta conclusão ajuda também a perceber a cultura das redes sociais em que vivemos, em que se dá mais importância ao que se vai publicar e mostrar aos outros do que aproveitar de facto o momento. Os seguidores e o número de amigos são mais importantes do que passar tempo com as pessoas de quem gostamos."